Desde a infância, somos ensinados a aceitar certas verdades como inquestionáveis. Elas nos são apresentadas como pilares da nossa cultura, da nossa moral e da nossa identidade. Muitas dessas verdades vêm de textos sagrados, como a Bíblia, e narram eventos que desafiam a lógica e a experiência cotidiana: mares que se abrem, mortos que ressuscitam, água que se transforma em vinho. Por milênios, esses relatos foram o alicerce da fé para bilhões de pessoas.
Eles ofereceram consolo, esperança e um senso de propósito. Mas o que acontece quando submetemos essas narrativas ao olhar frio e cético da ciência moderna? O que acontece quando tratamos um milagre não como um ato de fé, mas como a cena de um crime a ser investigada?